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Politica

Dificuldades do governo com Congresso estão superadas, diz Padilha

Sobre possível encontro com Arthur Lira, ministro diz que seu gabinete ‘está aberto’; Padilha está em São Paulo, onde visitou espaço que receberá unidades do Minha Casa, Minha Vida.

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Ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha

O ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, negou que exista uma crise entre governo e Congresso e afirmou que dificuldades entre os Poderes estão superadas. Ele está em São Paulo e visitou, no início da tarde deste sábado (20), um espaço que receberá as futuras instalações do Programa Minha Casa, Minha Vida Entidades.

“Não tem crise. Qualquer dificuldade de relação, diálogo, está absolutamente superada”, afirmou. “Vamos repetir neste ano o sucesso da dupla governo federal e Congresso Nacional, que trouxe tantos ganhos para o país.”

O presidente da Câmara, Arthur Lira, tem reclamado da articulação política do governo e chamou Padilha de “incompetente” e “desafeto pessoal”.

As rusgas entre o governo e o Congresso e a preocupação com o avanço das pautas-bomba levaram Lula a se reunir ontem com ministros e líderes no Congresso e deve de reunir na próxima semana com Lira e o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, como antecipou o blog da Julia Duailibi.

Questionado sobre a possibilidade de se reunir com Arthur Lira, disse que “seu gabinete está aberto”.

“Meu gabinete está aberto, minha disposição, aberta, meu celular funciona 24 horas por dia”, afirmou. “Estou sempre à disposição de qualquer diálogo, conversa, seja com líderes da base ou da oposição.”

Sobre a reunião de emergência desta sexta entre Lula, ministros e líderes no Congresso, disse que se tratou de um “almoço de rotina” e que trataram do calendário de votações de abril e maio.

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Ceará

Capitão Wagner lidera disputa pela Prefeitura de Fortaleza. Evandro, André e Célio seguem em terceiro

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De acordo com levantamento realizado pelo Instituto Duda Pesquisa, que o pré-candidato Capitão Wagner (União) lidera as intenções de voto, com 32%. José Sarto, do PDT, atual prefeito e pré-candidato à reeleição, aparece em segundo lugar na pesquisa, com 16%. O terceiro lugar está sendo disputado por Fernandes, Studart e Leitão, empatados com 6%. O senador Eduardo Girão (Novo), que também pretende disputar a eleição para a Prefeitura de Fortaleza, tem 5% das intenções de voto. O pré-candidato do PSTU, Zé Batista (PSTU), aparece com 1% enquanto que  Tércio Nunes (PSOL) não conseguiu pontuar.

Dos entrevistados pelo Instituto Duda Pesquisa, 14% afirmaram que não votariam em nenhum destes candidatos e que devem votar em branco ou nulo. Outros 9% não souberam ou não quiseram responder.

Já em relação a rejeição, o atual gestor de Fortaleza, José Sarto, é líder com 22% de desaprovação,  seguido por Capitão Wagner com 18% e André Fernandes tem 10%. A rejeição de Evandro Leitão e Eduardo é de 7%.

De acordo com a pesquisa, os pré-candidatos com menor desaprovação são Tércio Nunes e Célio Studart, com 5%. O levantamento do Instituto ainda diz que os três deputados federais eleitos mais lembrados pelos eleitores são André Fernandes com 18%, Luizianne Lins com 11% e Célio Studart 10%. Fora do podium há André Figueiredo (PDT) com 6%, José Guimarães (PT) com 3%, Eunício (MDB) com 3%, Danilo Forte (União) com 2% e Dayany Bittencourt (União) com 1%.

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Ceará

O senador Eduardo Girão vai ser entrevistado nessa segunda-feira (27) no programa Contraponto da Rádio Clube AM 1200

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O programa contraponto da rádio Clube AM 1200 vai receber nessa segunda-feira (27) em seus estúdios, o senador e pré-candidato a prefeito de Fortaleza pelo partido Novo Eduardo Girão, a entrevista vai acontecer das onze horas até meio dia.

O Contraponto é o um programa que discute política trazendo várias visões sobre diversos assuntos do dia a dia da cidade, do estado e do país.

 

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Politica

Lira sinaliza ao STF que não deve instalar CPI do Judiciário

Segundo interlocutores, a Câmara vai focar no grupo de trabalho sobre o foro privilegiado e as prerrogativas dos parlamentares

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Arthur Lira — Foto: Agência Câmara

O presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), sinalizou ao Supremo Tribunal Federal (STF) que não deve instalar a CPI do Judiciário.

Segundo interlocutores, a Câmara vai focar no grupo de trabalho sobre o foro privilegiado e as prerrogativas dos parlamentares – tema que divide Câmara e STF.

A Câmara analisa propostas para restringir ou acabar com o foro privilegiado, enquanto o STF analisa ampliar o alcance do foro.

O Supremo já formou maioria de votos para ampliar a regra do foro privilegiado para julgar políticos na Corte mesmo após o fim dos mandatos – mas o julgamento voltou a ser suspenso por um pedido de vista do ministro André Mendonça. O prazo para devolver o tema à pauta é de 90 dias.

O artigo 146 do regimento do Congresso é claro ao estabelecer que a CPIs não podem investigar decisões do Judiciário. “Não se admitirá comissão parlamentar de inquérito sobre matérias pertinentes às atribuições do Poder Judiciário”, diz a regra.

No contexto de uma possível CPI do Judiciário, Moraes visitou Lira nesta quarta-feira (17), em uma articulação conversada previamente com o presidente do STF, Luís Roberto Barroso.

Lira anunciou na reunião de líderes da terça-feira (16) que iria dar prioridade às pautas da oposição após o governo Lula demitir um primo seu da superintendência do Incra em Alagoas.

Como parte da retaliação, anunciou a instalação de cinco novas CPIs – entre elas, a de Abuso de Autoridade do Judiciário.

Parlamentares ouvidos pelo blog avaliam que Lira pode desistir de instalar essa CPI para não se isolar. Lira tem adotado postura mais amenas com o Judiciário quando comparado com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco.

Aliados de do presidente da Câmara avaliam que pode não ser estratégico comprar briga com os outros dois poderes ao mesmo tempo.

O que andará de toda forma será o grupo de trabalho das prerrogativas parlamentares que pretende blindar deputados e senadores. Esse tema une oposição e base – e contou com o beneplácito até de José Guimarães (PT-CE), líder do governo na Câmara.

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