Subemprego explode no país e atinge 41%

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O número de pessoas desempregadas no Brasil, atualmente, é mais de 12,6 milhões, em média. O mercado de trabalho brasileiro ainda está longe de viver o pleno emprego. Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 41,1% dos brasileiros que trabalham são trabalhadores informais, maior patamar desde 2016. E não há previsão otimista a médio e longo prazo.

Conforme a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), divulgada recentemente, 93,3 milhões de trabalhadores, em média, estavam na força de trabalho do país em 2018. Desse total, 38.363 milhões estão em situação de informalidade. Com isso, 1 milhão de pessoas ingressaram no setor. O grupo é formado pela soma dos trabalhadores sem carteira, trabalhadores domésticos sem carteira, empregador sem CNPJ, conta própria sem CNPJ.

O desastre da política econômica do Governo Federal provoca o quadro que se segue. Sem carteira assinada, o trabalhador não conta com uma série de direitos como o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), 13º salário, férias e direito ao Seguro Desemprego. Também não há recolhimento para a Previdência Social, o que também é prejudicial ao país, já que reduz a base para financiamento das aposentadorias já em vigor.

Há um acréscimo de 4% do número de trabalhadores sem carteira assinada no setor privado. Hoje são mais de 11,6 milhões de pessoas – o maior patamar da série histórica iniciada em 2012. O número de trabalhadores por conta própria também atingiu o maior nível da série, subindo para 24,2 milhões.A a maior parte deles (19,3 milhões) não tinha CNPJ – uma alta de 4,1% sobre 2018, e de 3,9 milhões de pessoas desde 2012, segundo o IBGE

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