Sabatina de André Mendonça pode ser marcada para o Dia do Evangélico (30 de Novembro)

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Informação traz que provavelmente a sabatina do Andre Mendonça pode sair do papel, quem traz essa novidade e o Deputado Federal Pedro Da Lua (PSC-AP), que é aliado de Alcoolumbre e também e evangélico acena para essa possibilidade.

O deputado Federal aliado de Alcoolumbre participou de um jantar de apoio à candidatura de André Mendonça ao STF (Supremo Tribunal Federal). A presença do deputado no jantar, no entanto, está sendo vista como a abertura de um canal de pacificação e de solução do impasse. Segundo a reportagem apurou, Alcolumbre deve anunciar até o fim da semana uma data para que André Mendonça seja enfim sabatinado.

Da Lua, que também é evangélico, diz inclusive que consultou o senador antes de confirmar presença no evento de apoio. E teve o aval dele para ir ao jantar.

“O ambiente está propício para um acordo”, diz ele, afirmando que os ânimos, de parte a parte, estão serenados depois que pastores como Silas Malafaia fizeram fortes ataques ao senador, mas agora silenciaram.

“Eu sou um liderado de Alcolumbre. Comuniquei a ele que fui convidado [para o encontro de apoio]. E ele me disse que seria muito bom eu ir, para ouvir [o que Mendonça e os deputados tinham a dizer]”, afirma Da Lua.

Segundo ele, Mendonça não sabia que havia um deputado ligado a Alcolumbre no jantar. E, mesmo assim, não atacou o senador. “Pelo contrário. Ele falou em entendimento”, afirma.

Da Lua pretende fazer o meio de campo entre o senador e o candidato a ministro. E diz estar otimista. “Vamos virar essa página”, afirma.

Ele revela que os parlamentares pediram que Alcolumbre pautasse a sabatina para a próxima terça (30), em que se comemora o Dia do Evangélico. Em contrapartida, evangélicos como Malafaia, que atacaram o senador, fariam um vídeo para elogiar o agendamento da sabatina.

Indicado por Bolsonaro, Mendonça precisa ser sabatinado na CCJ (Comissão de Constituição de Justiça) do Senado, que tem sua pauta definida por Alcolumbre, presidente da comissão, e ter seu nome aprovado no plenário da Casa para chegar à Corte.

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