Presidente da Aspramece defende mais dialogo entre governo e militares estaduais na CPI das Associações

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Na manhã dessa terça-feira (03/05) o Diretor-Presidente da Aspramece P. Queiroz esteve presente na Assembleia Legislativa do Ceará no Complexo de Comissões Técnicas, a convite da CPI das Associações Militares, de modo a prestar os devidos esclarecimentos.

Durante o depoimento P.Queiroz comentou sobre a história da entidade, e de luta pelos militares estaduais no estado e no país e das injustiças que são acometidas por ele.

“Então sempre passei a acreditar que o profissional policial militar dos estados, eles devem ser tratados como pessoas humanas e não como equipamento do Estado, um equipamento físico que não merece aquela atenção devida, de qualquer que seja a autoridade digamos assim do poder público” comentou durante o depoimento.

O Presidente da Aspramece também defendeu diálogos em torno de mesa de negociações entre PMs e Estado. “Eu, conciliador judicial, regulamentado pelo CNJ, sou pós-graduado em mediação de conflito, portanto, a leitura que eu faço de mesa é aquela que você tem flexibilidade dos dois lados. Tem que os dois lados possam ceder para os dois lados. Não há perdedor em negociação. Diferentemente de decisões judiciais, em que o juiz, dentro do seu convencimento fundamentando, a sentença que impõe uma pena a alguém ou uma sentença de perda direitos”, disse P.Queiroz.

P. Queiroz também lembrou aos membros da CPI que o STF desde de 2017 entendeu que os profissionais de segurança pública, não poderia fazer paralisação mas também fez um adendo de que o poder público tem obrigatoriedade de criar mesa de negociações para poder ouvir os clamores dessa categoria que não pode ter essa forma diferente de reivindicar direitos.

Respondendo a indagações do Deputado Elmano de Freitas, Pedro Queiroz afirmou que nenhum diretor da Aspramece pediu para sair após o início da paralisação dos militares em fevereiro de 2020 e que também não teve nenhum chamamento por lideranças políticas ou nada do tipo.

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