EXCLUSIVO: Pedestres sofrem com pavimentação irregular das calçadas de Fortaleza

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Feliz de quem consegue cruzar, sem se machucar, o trecho da calçada da Avenida 13 de Maio com a Rua Lauro Maia

Pista de atletismo estragada, armadilhas mortais, quebra-pé, escorrega lá vai um. São algumas denominações dadas a maioria das calçadas de alguns principais corredores de tráfego de Fortaleza. As reclamações dos moradores procedem. Em algumas dessas vias, com pavimentação esburacada ou inclinada já provocou acidentes graves em pedestres. Isso ocorre nos bairros ditos nobres. Imagine na periferia braba.

Em vários pontos dessas avenidas podem ser registrados a invasão de veículos, motos e vendedores ambulantes. Além disso algumas calçadas são esburacadas, com piso irregular e muita sujeira. Esse caos, sacrificando os pedestres, notadamente idosos, crianças e cadeirantes, podem ser encontrados, facilmente, em alguns trechos das avenidas 13 de Maio e Pontes Vieira. Só para dar alguns exemplos. Em breve, o site da Rádio Clube 1200 vai mostrar outros pontos (de calçadas) danificados em Fortaleza.

Entre veículos estacionados e ônibus na pista. Situação caótica do fortalezense quando sai de casa e tenta andar na rua

Os maiores estragos, da 13 de Maio, ficam concentrados na altura do cruzamento com a Rua Lauro Maia. Nesse local da avenida, principalmente, à noite, os obstáculos existentes na calçada são de alto grau. O gênio que instalou o piso de pedras de paralelepípedos deitadas merece receber o prêmio do ano de “Prejudicar a Todos, Sem Dó”. Além de ser irregular, no inverno é escorregadio. Moradores do bairro afirmam que preferem passar na pista, tirando fino com ônibus, a enfrentar tal calçada.

Outro trecho perigoso para pedestres fica localizado nas proximidades do cruzamento da Avenida Pontes Vieira com a Rua Professor Carvalho. Nesse ponto, sobra para os transeuntes pouco mais de meio metro. É comum as pessoas se espremerem entre os veículos estacionados e carros pesados circulando na pista. Um comerciante falou que não há outra opção. “Sei que é perigoso.Mas não posso expulsar minha clientela”, justifica. Mas não convence.

Mais armadilhas ativadas nas ruas da cidade. Agora vamos falar da calçada de um antigo condomínio localizado no cruzamento das ruas Joaquim Bastos e Campoamor Rocha, bairro de Fátima. Nesse local, há cerca de dois meses a senhora Cledna Parente caiu e quebrou o pulso. Ela diz que mesmo durante o dia, passar nessa calçada significa conviver com desastre. “Tem buracos, vegetação e lixo. Quem anda por aqui, tem que ser atleta”, ironiza.

A população pede ajuda dos órgãos competentes da Prefeitura de Fortaleza.

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