Obsessão de Sergio Moro ainda é o Supremo Tribunal

0
O sonho de Sergio Moro, mesmo enfrentando várias acusações, é chegar ao STF. Vai depender de Bolsonaro

Moro, ele acredita ainda que, mesmo diante dos sinais contraditórios dados pelo presidente Jair Bolsonaro sobre indicações para as vagas que abrirão no Supremo neste e no próximo ano, o chefe cumprirá a promessa de lhe dar um cargo na mais alta Corte do país.

Foi com essa promessa que Bolsonaro conseguiu convencer Moro a largar o cargo de juiz para entrar na política e se transferir para Brasília. Aos poucos, porém, o presidente passou a sinalizar que tinha outras pretensões para o STF, a começar por um ministro “terrivelmente evangélico”.

Seguindo seus planos, Moro mapeia todas as chances de suceder ou o ministros Celso de Mello, neste ano, ou o ministro Marco Aurélio Mello, em 2021. Eles terão que se aposentar ao completarem 75 anos de idade. É o que manda a lei.

Mas, caso Bolsonaro não cumpra a promessa, aí, sim, Moro pode se deixar seduzir pelo apelo que uma ala de militares vem fazendo para que ele saia candidato à Presidência em 2022. Para esses militares, o país precisa de serenidade, o que não combina com o atual presidente.

A quem lhe pergunta, o ministro diz que não tem pretensões nem para o Supremo nem muito menos para a Presidência da República. Alega que tem uma missão muito importante a executar à frente da pasta da Justiça, que passa pela redução da violência e pelo combate à corrupção.

Mas entre o discurso oficial e os desejos internos de Moro há uma grande distância. Quem convive de perto com o ministro sabe de suas ambições. E garante que, a cada pesquisa de popularidade, ele infla o ego. Pelos levantamentos, Moro é a liderança mais confiável do país e, se fosse candidato à Presidência, seria eleito.

Fonte: Correio Braziliense/Blog do Vicente/Foto: (Divulgação)

DEIXE UMA RESPOSTA

Por favor digite seu comentário!
Por favor, digite seu nome aqui