Irregularidades são apontadas na gestão do ex-prefeito de São Gonçalo, Cláudio Pinho

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“Consultoria especializada aponta irregularidades em investimentos de risco do Instituto de Previdência de São Gonçalo do Amarante de 2015 a 2020”

Uma consultoria realizada pela Lema Consultoria, a pedido da Secretaria de Controladoria, Ouvidoria e Transparência (SECOT) de São Gonçalo do Amarante, identificou irregularidades no Instituto de Previdência do Município de São Gonçalo do Amarante, no período de 2015 a 2020. A consultoria foi acionada para verificar os motivos do município não poder renovar o Certificado de Regularidade Previdenciária (CRP), impossibilitando, entre outras coisas, do recebimento de recursos da União e Liberação de recursos de empréstimos e financiamentos por instituições financeiras federais.

Entre as irregularidades encontradas, estão a realização de investimentos de R$ 27 milhões em fundos de renda fixa e debêntures com baixa probabilidade de recuperação, que representaram prejuízos de cerca de R$ 16 milhões em seis de sete carteiras. A principal delas é o FIP Cais Mauá, que foi liquidado e os cotistas passaram a ser acionistas da Cais Mauá do Brasil S/A, empresa que foi contratada para fazer a obra de revitalização do Cais Mauá em Porto Alegre (RS), mas que teve seu contrato suspenso pelo Governo do Estado devido a infrações cometidas pelo consórcio.

“Fizemos uma estimativa pelo fundo de investimentos do Banco do Brasil e, caso houvesse aplicação, ele teria rendido R$ 10 milhões”, detalha a presidente do Instituto de Previdência do Município de São Gonçalo do Amarante, Camile Muniz.

Outro aporte realizado foi junto à Phenom Capital Multimercado, que aplica os investimentos em empreendimentos imobiliários e não estaria autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários a fazer este tipo de transação.

A SECOT informa que as informações foram encaminhadas para a Polícia Federal e para o Ministério Público Federal, e que está aberto a contribuir com quaisquer investigações que os órgãos venham a realizar.

Outro aporte realizado foi junto à Phenom Capital Multimercado, que aplica os investimentos em empreendimentos imobiliários e não estaria autorizada pela Comissão de Valores Mobiliários a fazer este tipo de transação.

A SECOT informa que as informações foram encaminhadas para a Polícia Federal e para o Ministério Público Federal, e que está aberto a contribuir com quaisquer investigações que os órgãos venham a realizar.

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