Homem abria contas na Caixa em nome de pessoas famosas para receber auxílio

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A Polícia Federal cumpriu na manhã desta terça-feira (27) um mandado de busca e apreensão com o objetivo de fortalecer provas de um Inquérito Policial que investiga fraudes na abertura de contas na Caixa Econômica Federal para recebimento fraudulento do auxílio emergencial. A ordem judicial foi expedida pela Justiça Federal do Ceará e cumprida em Fortaleza, no endereço de um homem apontado como mentor de vários golpes junto à instituição financeira federal. Foram apreendidos documentos e mídias que serão submetidos à perícia técnico-científica.
De acordo com as investigações, o suspeito abriu duas contas utilizando os dados do jogador Neymar da Silva Santos Junior, sendo que uma delas com o objetivo de receber auxílio emergencial cadastrado por meio de aparelho celular. De fato, consta o recebimento de benefício aprovado em nome do empresário Luciano Hang e transferido para a conta fraudulenta em nome do jogador, nos meses de abril e maio.
A investigação apurou também que o homem tentou ainda aplicar golpe semelhante utilizando o nome do atual Ministro da Economia, Paulo Nunes Guedes, e logrou êxito em cadastrar diversas pessoas para o recebimento de auxílio emergencial cujas parcelas foram por ele sacadas. Ele e quaisquer outras pessoas envolvidas nesse crime, ou semelhante, responderão pelos crimes de estelionato majorado, falsificação de documento público, uso de documento falso e organização criminosa.

Dinheiro falso
A Polícia Federal cumpriu, também nesta terça-feira, em Fortaleza, dois mandados de busca e apreensão com objetivo de combater crime de distribuição de moeda falsa. A ação decorre de inquérito instaurado há um mês para apurar participação de dois suspeitos na compra de produtos eletrônicos com uso de cédulas de real falsas, por meio de um popular aplicativo e site de vendas. Os suspeitos utilizaram-se de apelidos ou “nick names” em aplicativo de comércio, ocultando as suas reais identidades.
Um dos suspeitos confessou o crime, detalhando aos policiais que adquiriu um relógio anunciado no aplicativo por R$ 950, em setembro deste ano, pagando com dinheiro falso, obtidas junto ao outro suspeito.

OE

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