“Fiquei deprimido como homem público”, diz senador Elmano Férrer

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Comissão de senadores da República analisam e tentam intermediar entre as partes na greve dos PMs do Ceará

A ação conjunta dos senadores Elmano Férrer (Podemos-PI), major Olímpio (PSL-SP) e Eduardo Girão (Podemos-CE), visa intermediar entre as partes dessa greve. Eles afirmaram vão continuar o diálogo com o Governo e policiais militares (PM) amotinados. Senador Olímpio diz que não podem interferir, mas ouvir e opinar sobre essa situação. Ele disse que já tem experiência nesse tipo de acontecimento.

O senador Elmano Férrer (Podemos-PI), hoje (21/02), ao repercutir visita a batalhão onde PMs estão amotinados afirmou, em tom melancólico: “(Vi) uma fila de carros abandonados, pneus vazios, militares encapuzados, tomando cerveja, e adentramos a instituição. O que me chocou é que os líderes do movimento são praças expulsos da corporação. Estamos diante de um esfacelamento”.

O senador Major Olímpio (PSL-SP), em coletiva de imprensa com os senadores Eduardo Girão e Elmano Férrer, afirmou que é contra anistia de militares amotinados. “O final de tudo não vai ser favorável para a categoria”, ressalta o major senador. Os senadores solicitam que os militares deveriam ceder.

Major Olímpio classificou os policiais militares que paralisaram as atividades nesta semana. “São uma legião de jovens inexperientes que não sabem que vão se arrebentar, perder a função pública e condenados como criminosos militares”, frisou.

Finalizando o major lembrou que os grevistas “foram influenciados por policias que têm experiência. Alguns que alcançaram mandato legislativo, alcançaram em tese seus benefícios e aposentadoria, e vão tentar ainda usar a salvaguarda da condição legislativa pra o fazer”, disse o senador paulistano na coletiva.

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