Entregador é morto com tiro em Fortaleza no primeiro dia de trabalho; Enquanto a justiça manda soltar bandido que matou motorista de APP

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O entregador identificado apenas como Regileudo, de 26 anos, foi morto nessa terça-feira, 15, no bairro Conjunto Prefeito José Walter, em Fortaleza, onde realizava entregas no seu primeiro dia de trabalho. Ele foi morto com um tiro nas costas. A vítima deixa um filho de 5 anos e uma esposa no 7º mês de gestação. A vítima não quis entregar a moto, que era seu único meio de sustento e fugiu, mas os criminosos atiraram nas costas do rapaz, conforme O POVO apurou. 

De acordo com publicação da empresa de entregas que contratou o entregador, Regileudo “foi morto covardemente com um tiro nas costas quando estava de serviço”. “Hoje foi o primeiro e último dia de serviço desse bom rapaz”, diz a nota.

Regileudo pediu para iniciar o trabalho e começou as entregas no mesmo dia que foi morto. O proprietário e chefe do entregador foi o responsável por informar à família sobre a morte do rapaz.

Por meio de nota, a Secretaria da Segurança Pública e Defesa Social (SSPDS) confirmou a morte no bairro Prefeito José Walter. “A vítima foi baleada em via pública e socorrida para unidade hospitalar, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. A Polícia Militar do Ceará (PMCE) foi acionada e realizou os primeiros levantamentos sobre o fato”, divulgou o órgão.

Justiça manda soltar homem que fazia parte da quadrilha de assaltantes que matou motorista de App

A Justiça decidiu pela soltura de um dos envolvidos na morte de um motorista de aplicativo, no Ceará. Helry Monteiro Araújo é réu no processo acerca do assassinato de Alexandre Hadlich Fernandes, e deve voltar à liberdade a qualquer momento. A decisão em revogar a prisão preventiva foi proferida na última semana e publicada no Diário da Justiça eletrônico nessa segunda-feira (14). Para o juiz da Vara de Delitos de Organizações Criminosas, não há neste momento motivos para a permanência da prisão.

O magistrado foi contra o parecer do Ministério Público do Ceará (MPCE) e decidiu relaxar a prisão. Ele aplicou medidas cautelares por, pelo menos, seis meses. Helry deve comparecer mensalmente na sede da Central de Alternativas Penais, está proibido de se ausentar da Comarca de Fortaleza e deve manter recolhimento domiciliar no período noturno, das 20h às 6h.

O MP chegou a se manifestar pela manutenção da prisão preventiva, sob o fundamento da ordem pública e tendo em vista a gravidade concreta dos fatos. Os promotores destacaram que há elementos que justificassem a imposição da segregação cautelar.

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