Em tempo de Coronavírus, fortalezense pena com ônibus raros e lotados

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Fortalezense enfrenta adversidades quando tentam pegar um coletivo

O transporte coletivo de Fortaleza, nesse período de combate ao Coronavírus, foi reduzido sem levar em consideração o fator principal. O passageiro. Desde ontem as reclamações dos usuários ecoam na mídia local. Hoje, desde cedo, o fortalezense pena quando tentam se deslocar para o trabalho. São pessoas que trabalham em serviços essenciais. Somente.

Os usuários, a grande maioria de baixa renda, residindo me bairros periféricos são os mais afetados. Exemplo do caos estão presentes nos terminais do Siqueira, Parangaba, Antônio Bezerra e Centro. Esse pessoal sofre com dos ônibus superlotados e são obrigados a esperar mais de 50 minutos. O fortalezense lembra que esse sumiço dos coletivos no meio da semana. Acreditam que pior será no final de semana. Sempre, os ônibus desaparecem.

Eis a resposta da Empresa de Transporte Urbano de Fortaleza (Etufor)aos usuários no sufoco. A Etufor diz que está sendo feita uma avaliação da demanda dos passageiros para definir a frota nos terminais. Também ressaltou não foi informada sobre a redução veículos circulando nas ruas e nos terminas.

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros do Estado do Ceará (Sindiônibus), por sua vez, informa que as perdas (financeiras) decorrentes do combate ao Coronavírus são enormes para as empresas e que, diariamente, vai avaliar o movimento e dimensionará a oferta necessária. Com isso, pretende evitar problemas ainda maiores no serviço coletivo de Fortaleza.

Enquanto o Sindiônibus estuda esse problema os usuários sofrem com superlotação nas linhas como 028 – Antônio Bezerra/Papicu, 855 – Bezerra de Menezes / Washington Soares, 051 – Grande Circular I, 041 – Parangaba/Oliveira Paiva/Papicu, 757- Vila Velha/ Centro e 713 – Santos Dumont/Perimetral. Há reclamação, também, do Fortalezense que usa a linha Campus do Pici / Unifror.

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