É sobre LIBERDADE!

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O direito fundamental à liberdade é um dos pilares do direito natural, a garantia desse direito é de extrema importância para uma sociedade justa, devendo ser protegido pelos povos que o conquistaram.

O direito positivista consiste em um conjunto de regras vigentes em determinada época, constituindo o sistema normativo de uma sociedade. Essas leis deveriam, a rigor, preservar os direitos naturais e disciplinar as relações humanas.

Infelizmente, a sociedade brasileira vem acompanhando algumas decisões arbitrárias, partindo dos mais diversos poderes que, a despeito de contrariar a Constituição Federal, tenta se apresentar como defesa da sociedade, aplicando termos e conceitos vagos como justiça social, direitos coletivos, defesa do Estado Democrático de Direito etc. A pretexto da defesa dessas bandeiras, as instituições “de defesa” acabam por atingir e limitar o direito mais básico de um indivíduo, o de maior valor que um ser humano possui: a sua liberdade.

Há uma frase de autoria duvidosa que diz: “A liberdade não se perde de uma vez, mas em fatias, como se corta um salame.”

Então, se questione: Qual o preço da sua liberdade? Qual o preço por não lutar pela manutenção da sua liberdade? Qual ou quais os crimes você precisa cometer para não ter mais a sua liberdade garantida?

A liberdade se perde aos poucos, os próprios sobreviventes ao nazismo já disseram que não acreditavam que suas liberdades fossem ser restringidas e, sim, era tão absurdo que eles simplesmente não acreditavam.

Como numa hipnose, uma espécie de psicose coletiva, muitos denunciaram e ajudaram a ceifar milhares de vidas. Os judeus foram tratados como sub raça! Os judeus foram tratados não mais como seres humanos que eram, mas como pragas que precisavam ser exterminadas!

Os judeus foram julgados como um mal à coletividade, o argumento utilizado era a sua religião. Em 1930 e agora em 2021 a história se repete, mas muitos chantageados pelo medo e hipnotizados por certos discursos de “defesa da coletividade” vão se direcionar ao apartheid social e até mesmo se render à uma escravidão velada, incluindo a perda da sua própria liberdade individual.

Sim, quando a liberdade de uns está ameaçada, a liberdade de todos está em perigo! Então, se questione: Você está disposto a fazer o que o Estado diz que é o correto, mesmo que isso signifique sepultar liberdades, a sua liberdade? Apresente um passaporte e diga que você é livre!

O sonho de Anne Frank era se tornar jornalista e escritora famosa. Não deu tempo, mas seu livro virou best-seller, o Diário de Anne Frank.

O meu sonho é poder continuar sendo livre para exercer as minhas próprias escolhas sem ter o Estado dizendo o que é melhor para mim, sem tá me condicionando a um passaporte sanitário que determinará se eu sou livre ou não.

Vivemos um momento histórico e muitos protagonizam um papel de inércia, de dormência, acreditando que é pela saúde, pelo bem da coletividade, quando bem sabemos o que está em jogo, o que existe por trás de cada exigência que cerceia a liberdade!

Sim! Sim! Sim! Acertou quem disse: CONTROLE SOCIAL!

Não, não é e nem nunca será pela sua saúde, pois bem sabemos o que comanda e reina nesse mundo. Não adentrarei o aspecto transcendental, mas deixo pairando a reflexão!

Concluo com a frase de Ayn Rand: “Você pode ignorar a realidade, mas não pode ignorar as consequências de ignorar a realidade.”

Dra. Ana Cláudia Portela / Advogada

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