Covid-19: mata e acelera vendas online em Fortaleza.

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A capacidade de improvisar e sobreviver no caos promovido pela Covid-19, na “nossa terrinha”, é prova real do cearense. Se não pode sair, se vira e realiza via internet, tanto pelos sites como aplicativos. Os comerciantes de olho nesse nicho de consumidor apostou e ganhou. As vendas em supermercados, mercearias e bodegas aumentaram. E muito. Alguns falam que seus negócios engordaram em mais de 550%, em plena pandemia.

Conforme relatos da Associação Cearense de Supermercados (Acesu) esse crescimento inesperado deve-se à mudança de hábitos do fortalezense, principalmente. Quem gostava e gosta de fazer sua “feira” não tem como ir ao supermercado. A situação é mais complicada para moradores de baixa renda na periferia da capital cearense. Quem tem poder aquisitivo utiliza internet e faz suas compras. Tudo pode. Já outros nem tanto.

A Acesu informa ainda que a mudança na maneira de consumir impactou também a demanda por mão de obra nesses estabelecimentos. Esse segmento econômico foi obrigado a tomar medidas. Supermercados estão contratando para conseguir atender a todos os clientes. Esse fenômeno ocorre na contramão do que vem acontecendo em serviços não essenciais.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras), avisa eufórica, desde 2012 não era registrada movimentação tão intensa no setor. Apesar do aumento na demanda, a Abras garante não haver desabastecimento nas prateleiras. Único problema. O caso do álcool 70%, em que pode haver dificuldade de encontrar o produto. Muitos comerciantes agem de forma criminosa vendendo o produto hiperinflacionado.

Fonte: Redação do Site da Rádio Clube 1200/Foto: (Reprodução)

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