Coluna Aspramece: Facções cada vez mais atuante de jogo do bicho até decretação de Lockdown

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Nas últimas semanas infelizmente fica cada vez mais claro a forças das facções criminosas no Ceará, no dia 09 de Novembro vimos uma facção criminosa decretar lockdown em uma cidade inteira, o caso ocorreu em Chorozinho,  em luta pela morte de um de seus integrantes.

Agora vemos cada vez mais notícia de controle por meio do jogo do bicho, como traz a matéria do Diário do Nordeste, Criminosos encontraram nessas loterias fonte de renda para recapitalizar o tráfico de drogas, readquirir armamento de grosso calibre apreendido em operações policiais

No início deste mês de novembro, o Diário do Nordeste noticiou esquema milionário envolvendo ambos os lados. A prática continua e alcança ainda mais populares. A reportagem apurou que nos últimos dias criminosos passaram a cobrar diretamente dos terceirizados, daqueles que operam nas ruas com máquinas de apostas, cerca de R$ 200 para não tomarem o equipamento.

Um novo comunicado divulgado por integrantes de facção de origem carioca revela que o motivo da cobrança é porque: “o nosso estado está em guerra e infelizmente a caixinha não está tão forte”, se referindo à descapitalização do bando.

COMO TUDO COMEÇOU

A negociata entre empresários de uma banca específica do jogo do bicho e liderança da facção carioca começou com uma reunião em uma reunião. A proposta, de início, era 25% da arrecadação da loteria para a facção, e em troca os criminosos fariam com que só aquela empresa pudesse atuar em determinadas áreas.

Há informação que o valor cobrado para outra banca poder atuar em um bairro da periferia, por exemplo, pode chegar a R$ 2 milhões. Quando não há acerto entre as partes, incêndios, ameaças, sequestros, homicídios são alguns dos crimes que podem ser consumados.

Eles vem inclusive impedidos alunos de ir para aula, como aconteceu em Messejana no Colégio Liceu, com relatos de que alunos não poderiam se fazer presente na sala de aula, devido a ameaças de facções.

Até onde vamos parar?

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